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“CIMARRON CITY”

Este ano ainda não parou de me trazer boas e agradáveis surpresas, tanto no campo das miniaturas, quanto nos lançamentos de DVDs, principalmente no que se refere às séries de tevê de faroeste dos anos 50. E não é que a Empresa “Cult Classic" Comércio de DVDs Ltda.” colocou recentemente no mercado uma das melhores séries de faroeste do final da década de 50, “Cimarron City”. Esta série era na ficção o dia a dia  de uma Cidade “Boom”, no Território de Oklahoma, durante os anos de 1890. Petróleo e ouro eram os responsáveis por uma economia espetacular na metrópole, que esperava ser a capital do futuro  Estado de Oklahoma. Matthew Rockford, a personagem vivida pelo ex-boxeador e ator George Montgomery, era o filho do fundador da cidade fictícia. Ele era o prefeito, o rancheiro mais bem-sucedido e o mais eminente morador da cidade. Além disso, mantinha um romance com a personagem Beth Purcell, que era protagonizada pela atriz Audrey Totter, proprietária de um hotel na cidade, enquanto que o cargo de xerife era de John Smith (“Laramie”), que vivenciava a personagem Lane Temple. As estórias muito bem contadas e narradas por Montgomery aconteciam em torno dessas três personagens, individual ou coletivamente.

Um dos ingredientes de sucesso para a série era, indiscutivelmente, a presença de George Montgomery. Quem gosta de filmes de faroeste e séries de tevê do gênero o conhece muito bem. Seu físico avantajado, já que era ex-boxeador na vida real, impunha o carisma e o talento do ator, que mostrava desenvoltura nas cenas de luta e ação. Montgomery era um autodidata na arte de representar e um marceneiro incomparável, chegou a criar bustos de bronze de personalidades do cinema e da política americana.

A série estreou nos EUA no dia 11 de Outubro de 1958 pela NBC por 26 episódios de uma hora de duração e a produção encerrou no dia 16 de Setembro de 1960.

No segundo episódio da série “Cidade do Terror”, que é o primeiro disponibilizado no conjunto de três DVDs, contendo 4 episódios cada (1. Cidade do Terror; Tornando-se Homem; O Curandeiro; O Contratado; 2. A Fera de Cimarron; A Linha de Sangue; Lição Amarga; A Beleza e a Tristeza; 3. A Volta do Morto; O Homem Rato; Duelo de Espadas e O Maligno), observamos a presença de um dos Cartwright (Hoss) da série “Bonanza”, Dan Blocker, que protagoniza um bandido sádico e violento, de barba e bigode. Blocker depois passou a encarnar a personagem Tiny Budinger, um cidadão pacato e prestativo da cidade, sempre ajudando o xerife. Engraçado é que a personagem dócil e pacata manteve o nome do vilão encarnado no segundo episódio, Budinger.

Os episódios estão bem legendados com caracteres amarelos, já que são em preto e branco. Sem dúvida, um clássico que não pode faltar nas prateleiras da devedeteca de nenhum aficionado pelo gênero faroeste. Parabéns à “Cult Classic” pela iniciativa e o arrojo do lançamento. E que venham outros!

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O APARTAMENTO DO PRISIONEIRO, AKA “NUMBER SIX”

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Inesquecível a série britânica de ficção científica “O Prisioneiro” (“The Prisoner”), protagonizEngland 11 302ada pelo fantástico Patrick McGoohan. Após pedir demissão junto ao escritório de uma misteriosa organização, supostamente de espionagem, sem nenhum motivo ou razão aparente, um homem possesso de raiva, depois de discutir asperamente com um pretenso superior, deixa o prédio da organização após entregar uma carta de demissão, para depois ser visto dirigindo uma Lotus 7, na nostálgica Londres dos anos 60. Ao retornar ao seu apartamento, localizado na cidade, em Buckingham Place SW1, não percebe que está sendo perseguido por um homem magérrimo, vestido de preto e que mais  parece  um agente funerário. Enquanto faz as malas, sugestivamente para viajar com destino a um país tropical, um gás sonífero é introduzido pela fechadura do “flat”, causando o desmaio do recém-demissionário, que posteriormente acorda numa localidade-prisão, denominada de “A Vila”, onde ninguém é conhecido pelo nome, mas por um número. “A Vila”, na verdade uma propriedade fascinante que se transformou num hotel, Portmeirion Village Hotel, e recebe mais de mil visitantes por ano, é o cenário dos 17 episódios da curta produção. Por toda a série, nosso protagonista tentará usar de todos os meios para tentar fugir do local e denunciar tais atos, mas jamais dirá a razão pela qual pediu demissão.

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Em viagem a Londres, jamais eu poderia deixar de ir ao local onde ficava o apartamento da personagem da série dos anos 60 e não me arrependo de dizer que a viagem valeu muito a pena, principalmente por esse momento, que agora posto para os leitores do blogue e admiradores da série mais marcante e intrigante que já vi na vida. Os amigos devem imaginar a maravilhosa sensação que senti ao constatar que dos anos 60, década de produção da série, aos dias atuais, o “flat” do prisioneiro não é mais uma residência, mas um escritório. A porta branca cedeu o espaço para uma porta preta. No entanto, as características do local continuam preservadas, como se pode ver da foto na série e a foto atual do local. A lixeira vermelha, as grades que envolvem o apartamento, tudo como antes. Há inclusive quem ofereça aos turistas um “tour” ou uma caminhada supervisionada, que revive os últimos passos de “Number 6” nas ruas de Londres, até o aludido “flat”, de onde fora abduzido. Um espetáculo inenarrável para os verdadeiros fãs dessa série única e incomparável. 

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WHISPERING SMITH

DSC00055 O título é o nome da personagem vivida por Audie Murphy na sua únicaDSC00056 participação numa série de tevê de faroeste dos anos 50. Audie Murphy, na realidade, o soldado americano mais condecorado da Segunda Grande Guerra Mundial, conhecido ator de filmes de faroeste, era o protagonista principal desta série, um policial ferroviário de Denver, cujas aventuras e resolução de casos detetivescos  se dava no período do Velho Oeste, ambientado na década de 1870. Tom “Whispering” Smith, corajoso, obstinado, rapidíssimo no gatilho e sempre em busca de promover a justiça, tinha como aliados o parceiro George Romack, na verdade, o cantor e ator Guy Mitchel e seu superior, o Detetive Chefe John Richards, vivido pelo ator Sam Buffington. 

A série é baseada na personagem criada pelo escritor americano de ficção de faroeste e também de obras não fictícias, Frank Hamilton Spearman, que centrava suas tramas na história das ferrovias. O escritor é o autor do romance de faroeste Whispering Smith, baseado na vida real do detetive ferroviário James L. Whispering Smith. Muitos dos episódios da série televisiva foram adaptados de casos verídicos da vida do policial ferroviário de Denver, no tempo do Velho Oeste, na década de 1870.

Voltando à série televisiva, segundo fontes bibliográficas, a produção esteve fadada ao mais rotundo insuDSC00057cesso desde o seu início. No entanto, na minha opinião e na de muitos, foi uma das melhores do gênero faroeste e nem poderia ser diferente, diante do carisma e da competência de Audie Murphy, que por si só supriria qualquer trama mal escrita ou não tão bem adaptada dos casos verídicos em que se baseava e até mesmo suplantaria alguma falta de criatividade da produção. Há quem diga e escreva que Audie Murphy mesmo não gostava dos roteiros dos episódios, reclamava da maneira como a produção era filmada e também se queixava que a série não estava tendo a devida promoção pela Rede de Televisão NBC. Mesmo assim, Audie Murphy estreou no piloto, no dia 08 de maio de 1961. Ademais, com a estréia e a transmissão dos primeiros episódios, a crítica especializada começou  a reclamar que as tramas eram muito violentas, sem falar que do meio para o final da produção, para completar os infortúnios, o ator Sam Buffington cometeu suicídio na vida real. 

Há controvérsia sobre o número de episódios produzidos. Dizem que foram apenas 25 (vinte cinco), todos lançados no ano de 2010, em 3 DVDs, pela Timeless Media Group, em parceria com a NBC Universal, uma coleção imperdível para os fãs de Audie Murphy e das séries de tevê de faroeste. Os escritores especializados, Neil Summers e Roger M. Crowley, sustentam que foram filmados exatos 26 (vinte e seis) episódios de meia hora de duração, todos em preto e branco. Ao que parece, apenas 20 (vinte) desses episódios foram efetivamente ao ar pela televisão americana, sendo o último episódio transmitido na data de 18 de Setemwhisperingsmith_audiebro de 1961, The Idol. O escritor Harris M. Lentz III lista apenas esses vinte na sua obra sobre séries de tevê americanas de faroeste, inclusive esse último como o derradeiro que foi ao ar pela televisão americana. No referido magnífico conjunto de 3 DVDs lançados pela Timeless Media Group (TMG), ela indica que neles está contida a série completa, supostamente os únicos 25 episódios, os 20 (vinte) que efetivamente foram ao ar, mais 05 (cinco) que teriam sido os demais produzidos e não foram ao ar pela tevê americana. Há um bônus no primeiro DVD, um documentário sobre a vida de Audie Murphy, principalmente com foco na participação do herói na 2ª Grande Guerra Mundial, condecorado com uma medalha de honra por sua bravura e mais outras 32 (trinta e duas) medalhas, incluindo a Silver Star (Estrela de Prata)  e a  Distinguished Service Award (Comenda por Reconhecidos Serviços Prestados).

A série deixou de ir ao ar, como já dissemos, no dia 18 de setembro de 1961, com o 20º episódio, The Idol. Mais outros 05 (cinco) episódios produzidos estão na coleção da TMG. Audie Murphy estava muito descontente com a televisão, mas logo voltou  ao mundo do entretenimento  para  fazer  mais longa metragens, principalmente filmes do gênero faroeste . Lamentavelmente, o grande ator-herói morreu vítima de um acidente aéreo, próximo a Roanoke, no Estado americano de Virgínia (VA), no dia 28 de maio de 1971, mas foi enterrado com todas as honras militares merecidas no Cemitério Nacional de Arlington. Por sua vez, Guy Mitchel faleceu no ano de 1998, em Las Vegas, onde residia.

 

EPISÓDIOS QUE FORAM AO AR PELA TELEVISÃO AMERICANA:

1-1 "The Blind Gun", 8 de Maio de 1961; 1-2 "The Grudge", 15 de Maio de 1961; 1-3 "The Devil's Share", 21 de Maio de 1961;       1-4 "Stake-Out", 29 de Maio de 1961; 1-5 "Safety Valve", 5 de Junho de 1961; 1-6 "Stain of Justice", 12 de Junho de 1961;           1-7 "The Deadliest Weapon", 19 de Junho de 1961; 1-8 "The Quest", 26 de Junho de 1961; 1-9 "Three for One", 3 de Julho de 1961; 1-10 "Death at Even Money", 10 de Julho de 1961; 1-11 "The Hemp Reeger Case",  17 de Julho de 1961; 1-12 "The Mortal Coil", 24 de Julho de 1961; 1-13 "Cross Cut", 31 de Julho de 1961; 1-14 "Double Edge", 7 de Agosto de 1961; 1-15 "Trademark",  14 de Agosto de 1961; 1-16 "The Jodie Tyler Story", 21 de Agosto de 1961; 1-17 "Poet and Peasant Case", 28 de Agosto de 1961; 1-18 "Dark Circle", 4 de Setembro de 1961; 1-19 "Swift Justice", 11 de Setembro de 1961 e 1-20 "The Idol", 18 de Setembro de 1961.

EPISÓDIOS QUE NUNCA FORAM AO AR PELA TELEVISÃO AMERICANA:

1-21 "String of Circumstances"; 1-22 "The Interpreter" (ESTE EPISÓDIO É  O  CONTROVERTIDO, POIS É O ÚNICO QUE NÃO ESTÁ CONTEMPLADO NO CONJUNTO DOS 3 DVDS DA TIMELESS MEDIA GROUP, MAS É LISTADO PELA WIKIPEDIA); 1-23 "The Homeless Wind";    1-24 "Trial of the Avengers"; 1-25 "Prayer of a Chance"; 1-26 "Hired to Die".

WHISPERING SMITH SPEAKS – 1935 (FOX) PRETO E BRANCO – 65 MINUTOS E WHISPERING SMITH (ABUTRES HUMANOS) – 1948 (PARAMOUNT) COLORIDO – 88 MINUTOS.

Não se deve confundir a série de televisão com dois filmes de faroeste que tiveram o mesmo nome: 

Go to fullsize imagea) Whispering Smith Speaks (1935), uma produção cinematográfica do gênero faroeste-cômico de Sol Lesser, dirigido por David Howard, com os atores George O´Brien, Irene Ware, Kenneth Thompson, Maude Allen, Spencer Charters, Vic Potel, cuja trama é centrada na personagem de O´Brien, que vive o filho do presidente de uma ferrovia e trata de cuidar dos negócios do pai a sua maneira. Irene Ware protagoniza com O´Brien, proprietária de terra que é oferecida à ferrovia sem saber do seu real valor. Esses atores noGo to fullsize imagermalmente não atuavam em produções de faroeste, o que era uma constante nas produções de Lesser.

b) Whispering Smith (Abutres Humanos), de 1948, onde Alan Ladd, Robert Preston, Brenda Marshall, Donald Crisp, William Demarest e Ray Teal são competentemente  dirigidos por Leslie Fenton, também ator, numa produção de Mel Epstein. Alan Ladd é o detetive da ferrovia Whispering Smith em busca de um assaltante vivido por Robert Preston, que coincidentemente casou-se com a mulher que ele amava e agora se tornou um assaltante ferroviário, aliado do bando comandado por Donald Crisp. Uma excelente produção de faroeste, sem dúvida.

BIBLIOGRAFIA PESQUISADA:

THE OFFICIAL TV WESTERN ROUND-UP BOOK de  Neil Summers e  Roger M. Crowley;

TELEVISION WESTERNS EPISODE GUIDE, 1949-1996 de Harris M. Lentz III, da Editora McFarland;

THE ENCYCLOPEDIA OF WESTERN MOVIES, de Phil Hardy, da Editora Woodbury Press;

THE COMPLETE TV SERIES WHISPERING SMITH  3 DVD SET lançado pela TIMELESS MEDIA GROUP com a NBC UNIVERSAL, que integra o acervo digital do autor desta matéria; 

SÍTIO ELETRÔNICO DA WIKIPEDIA THE FREE ENCYCLOPEDIA.

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CAUBÓI NA ÁFRICA (COWBOY IN AFRICA)

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O título dá a impressão de que se cometeu algum engano. Um caubói na África? O que é que um caubói, aquela figura que nos remete normalmente ao Velho Oeste, ao estado americano do Texas, principalmente nos idos anos de 1880, poderia estar fazendo na África? No Continente Africano, no habitat natural de animais selvagens como: leões, zebras, elefantes, girafas, enfim, vida selvagem na sua concepção mais apropriada. A  produção que leva esse título, baseada num longa metragem e ambientada na década de 1960, contemporânea  à  sua produção, muito bem dirime essa possível dúvida quanto ao aceDSC05553rto do título. Estamos falando de uma das melhoreclip_image001[7]s séries da televisão americana produzidas pela ABC, no final dos anos 60, que originalmente ia ao ar nos Estados Unidos às segundas-feiras e passou a visitar os lares de milhares de americanos das 7:30h às 8:30h, a partir do mês de Setembro de 1967 até o mês de Setembro de 1968. Assim, os americanos e depois o mundo passaram a acompanhar as aventuras de Chuck Connors (Jim Sincalir), Tom Nardini (John Henry), Ronald Howard (Howard Hayes) e Gerald G. Edwards (Samson), por 60 (sessenta) minutos na semana, durante 26 (vinte e seis) episódios, numa única temporada, além da participação especial de  várias celebridades da época, atores convidados como: Yapher Kotto, Anne Baxter, Edward Mulhare, Louis Gossett Jr., Todd Martin, Michael Ansara, dentre outros.

Após Chuck Connors (O Homem do Rifle e O Marcado) confirmar todo o seu talento numa das melhores produções de western, n[ RIDE BEYOND VENGEANCE POSTER ]a minha opinião, Ride BeyoDSC05566nd Vengeance (1966), quando demonstrou mais uma vez sua competência indiscutível, protagonizando a personagem Jonas Trapp, um homem de princípios, coragem e força, vítima de uma violência covarde,  sendo confundido como ladrão de gado e queimado com ferro de marcar reses com a letra “T”, de “Thief” (ladrão), por ninguém menos do que Bill Bixby, o David Banner da série de sucesso,“O Incrível Hulk”, Connors pensava em fazer algo diferente, não que não gostasse das personagens e das séries e filmes de faroeste que protagonizara, todos sempre um sucesso indiscutível, mas talvez um gênero que não fosse o faroeste. A resposta veio no convite do produtor Ivan  Tors para  que ele fosse o protagonista principal de uma nova série de aventura, Caubói na África.  Ambos já haviam trabalhado juntos na produção cinematográfica da MGM, Flipper, em 1963. Caubói na África era uma espécie de show de aventura, misturada ao gênero faroeste, um faroeste-aventura moderno, ambientado na década de 1960, no Quênia e  uma spin off do longa metragem produzido pelo próprio Ivan Tors em 1966, Africa – Texas Style!, cujo ator principal no filme foi Hugh O´Brian (ninguém menos do que o Wyatt Earp da série televisiva dos anos 50, The Life and Legend of Wyatt Earp – 1955/1961, que teve 226 episódios) e John Mills, dirigidos de modo basclip_image001[9]tante competente por Andrew Marton, num roteiro de Andy White. Um filme que retrata de modo acurado a  África daquela éDSC05571poca, principalmente porque o foco da produção repousava na atmosfera do cenário, na geografia africana, com seus então milhares de animais selvagens.  Mas voltando à nova série, Connors iria viver um campeão de rodeios americanos, Jim Sinclair, ao lado de seu parceiro navarro, John Henry e do Comandante Hayes, este, um britânico, proprietário de um rancho na África, determinado a provar que a melhor maneira de proteger animais selvagens seria mantê-los em currais para evitar danos e descontrole nas pastagens e transformar a atrasada economia africana num celeiro de prosperidades, já que adotara o país como seu lar. Seu intuito era ensinar aos nativos afro-americanos, o Povo Masai,  como domesticar animais selvagens ao estilo americano, para propiciar o comércio sustentável da carne e do abate desses animais e preservar as espécies em extinção. Uma preocupação bastante contemporânea.

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Chuck Connors receberia US$25,000 (vinte e cinco mil dólares americanos) por cada episódio de 60 minutos, mais um percentual sobre os lucros, o que era uma quantia superior a qualquer outra até então paga a uma estrela de produções de faroeste, com exceção de James Arness, renomado por viver o Xerife Matt Dillon, da série de tevê dos anos 1950, Gunsmoke (A Lei do Revólver, 1955/1975), encerrada com 635 episódios e cinco telefilmes, da qual a primeira opção para o protagonista era John Wayne, que rejeitou a proposta, mas indicou seu amigo James Arness, que já havia trabalhado com ele em algumas produções cinematográficas e introduziu o amigo numa participação na abertura do primeiro episódio, quando a produção era em preto e branco e somente tinha a duração de 30 minutos. Pouca gente sabe que Arness tinha um irmão mais novo, Peter Graves, o agente Jim Phelps, da série “Missão Impossível”, substituto do ator Steven Hill no comando da série, que teve uma longevidade no período de 1966-1973, com 172 episódios.

Caubói na África foi filmado na África e na Africa U.S.A. (África Americana), esta, uma propriedade de 260 acres, rancho, zoológico, centro de pesquisas, hospital e criadouro, localizado 50 milhas a nordeste de Los Angeles, em Soledad Canyon. Como já tivemos a oportunidade de escrever sobre Daktari neste blogue, a África americana era o lar da macaca Judy, apreciadora de café e do leão vesgo Clarence, bem como de outros animais selvagens, girafas, elefantes  e rinocerontes.

DSC05567 Um elemento importante em Caubói na África, já utilizado na série, “O Homem do Rifle” (The Rifleman, de 1958/1963), com 169 episódios de 30 minutos, também protagonizada por Chuck Connors, no papel do pequeno fazendeiro e ás do gatilho e manejo do rifle, Lucas McCain, era a relação entre pai “adotado” e filho,  travada entre Jim Sinclair e Samson, um garotinho afro-americano, órfão de apenas 10 anos de idade, um nativo da tribo Kikuyo, protagonizado com talento e competência pelo ator prodígio mirim, Gerald Edwards. DSC05563 Em Caubói na África,  o garoto africano literalmente adota Jim Sinclair como seu pai, admira-o com a vida e isto dá margem a várias estórias e ocorrências de momentos de ternura e emoção nos episódios da série, a exemplo do que ocorria entre Lucas McCain (O Homem do Rifle) e o filho Mark McCain (Johnny Crawford). Segundo o escritor David Fury, no seu livro “Chuck Connors, The Man Behind the Rifle”, da Editora Artist´s Press, 1997, uma biografia fascinante do ator, talvez esse elemento da relação entre pai e filho tenha feito falta nas tramas da série “O Marcado” (Branded, de 1965/1966), com 48 episódios de apenas 30 minutos, uma das melhores séries de faroeste de todos os tempos, indiscutivelmente, e que será objeto de futura postagem.

DSC05559 Quando não estava na selva ou em campo aberto, caçando, perseguindo e  laçando animais selvagclip_image001[15]ens para o rancho, Jim Sinclair dirigia um veículo off road, um bugre amarelo, precisamente um MANX “BUSH” BUGGY, interessante elemento adicionado às aventuras e clip_image002[1]aproveitando o sucesso do veículo, que era uma verdadeira febre de consumo então. No final da década de 1960, todos queriam ter um off road como aquele da série, com seu volante branco e santo antônio cromado inconfundível, próprio para locomoção nos terrenos acidentados da propriedade Africa U.S.A.  Jim Sinclair portava uma arma, um revólver de cabo branco, cuja réplica  e cartucheira tornaram-se um dos brinquedos mais populares e cobiçados entre as crianças da época. Sem olvidar as lancheiras metálicas e garrafas térmicas de alumínio ilustradas com desenhos referentes à personagem principal e à série.

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Por ser uma pessoa bastante carismática e querida, Chuck Connors era sempre indagado por que não concorrer  a cargos políticos eletivos, já que era notório que não descartava, em conversas com amigos e a imprensa, a possibilidade de concorrer a uma vaga para o Senado americano. No entanto, Chuck Connors acreditava que Caubói na África fosse perdurar por, no mínimo, cinco temporadas. Caubói na África, como já dissemos, perdurou por apenas uma temporada, onde foram produzidos apenas 26 episódios de uma hora, graças a um infeliz fato que demonstrou toda a insensatez e arrogância do produtor Ivan Tors, que demitiu toda a equipe de produção para a segunda temporada. Isso irritou Chuck Connors, que deixou o elenco e pagou uma nota de página inteira na Revista Variety, para divulgar todo o seu descontentamento com a ignóbil dispensa do elenco da produção. No entanto, quem saiu perdendo nessa história toda fomos todos nós, fãs de Chuck Connors e da espetacular série Caubói na África.

Possuo em meu acervo pessoal 09 (nove) episódios da série e anseio o lançamento dela em DVD pela Warner.

LISTA DOS 26 EPISÓDIOS DE 60 MINUTOS:

1. The New World  (11/9/1967); 2. Kifaru!  Kifaru!  (18/9/1967); 3. Incident at Derati Wells (25/9/1967); 4. What's an Elephant Mother To Do? (02/10/1967); 5. Search for Survival (09/10/1967); 6. Stone Age Safari (16/10/1967); 7. The Adopted One (23/10/1967); 8. Fang and Claw,  (30/10/1967); 9.The Time of the Predator (06/11/1967); 10. Lake Sinclair (13/11/1967); 11. Tomorrow on the Wind (20/11/1967); 12. Little Boy Lost (27/11/1967); 13. The Man Who Has Everything (04/12/1967); 14.To Build a Beginning (11/12/1967); 15. The Hesitant Hero (18/12/1967); 16. African Rodeo - Part One (15/01/1968); 17. African Rodeo - Part Two (22/01/1968); 8. First to Capture (29/01/1968); 19. The Red Hand of Michael O'Neill (05/02/1968); 20. The Quiet Death (19/02/1968); 21. A Man of Value (26/02/1968); 22. Search and Destroy (04/3/1968); 23. Work of Art (11/3/1968); 24. John Henry's Eden (18/3/1968); 25. The Lions (25/3/1968) e  26. The Kasubi Death (01/4/1968)

FONTES DE PESQUISA:

Chuck Connors “The Man Behind the Rifle”, David Fury, Editora Artist´s Press, 1997.

Guide to Television on Video, Blockbuster Entertainment, Pocket Books, 1996.

Television Westerns Episode Guide – All United States, 1949-1996, McFarland, 1997, Harris M. Lentz III.

Acervo digital pessoal do autor.

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AS DUAS FACES DO OESTE (TWO FACES WEST)

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A SÉRIE
Uma produção da Screen Gems, direto dos estúdios de Hollywood, da Columbia Pictures...
Assim terminava cada um dos 38 (trinta e oito) episódios de mais uma interessante série de faroeste dos saudosos anos 60 (sessenta), “As Duas Faces do Oeste” (Two Faces West). Possuo 11 (onze) episódios dela no meu acervo pessoal.
Não era à toa que o nome da série era esse, porque as personagens principais eram vividas por um único ator, que fazia o papel de dois irmãos gêmeos idênticos na longínqua década de 1860, na cidadezinha de Gunnison, no Colorado, época do Velho Oeste, e envolviam-se nas mais diversas situações do dia a dia de seus habitantes, questões referentes à seca, vingança pessoal, disputas de propriedades, promessas cumpridas a moribundos e xerifes feridos, dentre outras tramas. O ótimo ator escocês, Charles Bateman, nascido em Glasgow, no dia 04 de Janeiro de 1928 (coincidentemente o nome do mês em que nasceu é o mesmo nome das personagens, ou seja, January), é reconhecido por vários papéis em séries de tevê famosas e novelas norte-americanas. Nesta série, aos 32 anos de idade, ele interpretou por dois anos consecutivos (de Outubro de 1960 a Julho de 1961) as personagens Rick January e Ben January. O primeiro, Rick, um despreocupado consigo mesmo e que se envolvia com os problemas de todos os demais habitantes de Gunnison, ás no gatilho, rápido e certeiro como os melhores e mais perigosos pistoleiros, mas um boa praça, sempre pronto a ajudar a qualquer um com sua expertise, vestia preto, buscava equacionar tudo com justiça. A arma que manejava muito bem ficava do lado esquerdo da cartucheira, pois Rick era canhoto, no lado direito de sua cartucheira, uma faca; o outro irmão, Dr. Ben January, médico, clínico geral, querido por todos, todavia, sem muitos recursos financeiros e sofrendo a falta de equipamentos e suprimentos médicos para melhor atender a população de Gunnison, que normalmente não tinha como pagar seus honorários profissionais. Ben January era pacífico, educado, mas também muito bom de briga, não fugia dos problemas e encarava qualquer situação, demonstrava a mesma coragem do irmão, Rick January, mas normalmente não portava nenhuma arma de fogo.
Há pouquíssima informação sobre a série na própria Rede Mundial de Computadores, porque muita gente fala da produção sem nunca ter assistido a um único episódio sequer. A série é uma das mais raras de todas já produzidas no gênero faroeste, daí porque muitas vezes o conteúdo sobre ela é despejado na Internet de forma completamente equivocada, confundem as personagens do Dr. Ben January, que era o médico, com  a do irmão, Rick January, que não tinha uma profissão definida, mas que não era nenhum vagabundo, muito menos procurava confusão, como vemos em algumas descrições de sítios que ousam discorrer sobre a série. As personagens são ambas do bem e sempre procuram ajudar, seja com o conhecimento científico, no caso do médico, seja com a habilidade no gatilho ou com os punhos, em ambos os casos. As estórias são simples, objetivas e muito bem elaboradas, diálogos fáceis de entender, até porque sua classificação indicativa não tinha restrições de excesso de violência, sexo e drogas. Puro entretenimento. Outra confusão que fazem é quanto ao número de episódios, somente foram produzidos 38 (trinta e oito) e não 39 (trinta e nove), como dizem. A bibliografia consultada é taxativa quanto aos 38 episódios.
A produção foi baseada nas personagens criadas por Donald L. Gold e Jonas Seinfeld, com algumas estórias escritas por Bob e Wanda Duncan, Kevin David, outras por E. Jack Neuman e Herman Graves. O produtor era Matthew Rapf. Os episódios, 38 ao todo, eram dirigidos competentemente por diretores do quilate de Harmon Jones e suas tomadas fantásticas para que pudesse mostrar os dois irmãos em cena, que na verdade era apenas um ator fazendo ambos os papéis, um “show” de direção, sem falhas grotescas e muito refinada, também o próprio criador das personagens, Donald L. Gold, dirigiu pelo menos um episódio, assim como Don Ingalls. A bonita música tema era de Joe Weiss. Robert Sparks era o produtor executivo. 
Há vários episódios interessantes, dentre eles, podemos destacar, porque temos e assistimos, o piloto, Hot Water  (Água Quente), em que os irmãos até brigam entre si por conta da atitude ignóbil de um paciente que derrama todo o estoque de água dos irmãos enquanto eles dormem, porque se nega a acompanhar o Dr. Ben January para ser tratado de um sério problema na perna, sendo conduzido amarrado porque o médico deu sua palavra a um francês em seus últimos momentos de vida de que o iria tratar, o francês morreu de desidratação, após ser socorrido por Rick January. Destacamos, também, The Drought (A Seca), que começa com um diálogo entre o Professor Gluyas Hatwell (Walter Burke) e Ben January, ambos esperando a diligência que vai para Gunnison ser consertada, enquanto observam num acampamento índios dançando para que os deuses façam chover. O Professor é uma espécie de trapaceiro que convence a desesperada população de Gunnison a lhe pagar a qclip_image002uantia de mil dólares para que ele faça chover. Os ignorantes e desesperados, representados pelo chefe do comitê da cidade, mesmo sendo prevenidos pelo Doutor January clip_image002[1]de que isso seria impossível, fazem ouvidos de mercador e arrecadam a referida quantia de mil dólares, prometendo entregá-la ao milagreiro, na condição de que ele faça chover, mas o picareta foge com a caixa de dinheiro e enfrenta os furiosos perseguidores da cidade, que decidem enforcá-lo no momento de sua captura, o que é providencialmente evitado por Rick January, que diz que ele deve enfrentar um julgamento antes de ser condenado. Doctor´s Orders (Ordens Médicas), com Leonard Nimoy, o Senhor Spock, da inesquecível série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), é outro fantástico episódio em que os irmãos não irão medir esforços no sentido de satisfazer o desejo de uma moribunda, antes de morrer ela deseja ver o filho mais uma vez, o problema é que ele é um fora-da-lei, um bandido procurado. Um dos melhores da série é o episódio The Stilled Gun, que conta a estória de um pistoleiro famoso que é obrigado a agir para evitar um assalto no saloon de Gunnison e é ferido e sua identidade revelada pela arma que tem seu nome gravado, Buchanan, coincidentemente um jovem pistoleiro em busca de renome o desafia, mas ele não aceita sacar para não matar o jovem na frente de seu filho, que não sabe do parentesco com o pistoleiro, mas o tem como um ídolo. Trata-se de uma série bastante divertida e com estórias feitas para a família, com violência na medida certa e com finais imprevisíveis, que sempre deixam uma bonita mensagem, demonstrando todo o potencial do ator que interpretava duas personagens totalmente diferentes, gêmeos idênticos na aparência, mas de personalidades e comportamentos distintos.
Charles Bateman atuou em várias produções televisivas de faroeste, sua primeira aparição foclip_image002[5]i encarnando a personagem "Primo Jeff Martin" no episódio “Black Fire", de 1958, da série Maverick. Também esteve na série da ABC, Lawman. Bateman foi igualmente escalado para viver a personagem "Hess", na produção da CBS, “Couro Cru” (Rawhide), no episódio “Incident of a Burst of Evil". Depois de “As Duas Faces do Oeste”, onde atuou com Francis De Sales e Joyce Meadows, ele participou de episódios isolados de outras produções de faroeste, tais como “O Homem de Virgínia”, “Bonanza” e “Daniel Boone” (como o Major Lorne). Em 1965 ele apareceu em “Death Valley Days” como a personagem Jim Brand no episódio "The Wild West's Biggest Train Holdup". Há quem diga que Bateman também participou de outro  episódio nessa série, de nome, “The Hero of Apache Pass”, inclusive porque divulgaram uma foto sua com tal menção, no entanto, verificando a lista de episódios de “Death Valley Days” e o material de pesquisa que possuo e confio, não vi o nome de Bateman no elenco desse último episódio, daí porque não posso confirmar tal fato.
    
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AS DUAS FACES DO OESTE (TWO FACES WEST)Uma produção da Screen Gems, direto dos estúdios de Hollywood, da Columbia Pictures
Produção: Matthew Rapf
Série de faroeste norte-americana, produzida nos anos de 1960-61 – 38 episódios de 30min em p/b
Charles Bateman: Dr. Ben January/Rick January
com
Francis De Sales: Xerife Maddox
Paul Comi: Auxiliar de xerife Johnny Evans
Joyce Meadows: Stacy
LISTA DE EPISÓDIOS:
[01] Hot Water (17 de Outubro de 1960) Charles Bateman, Richard Reeves e Guy de Vestel; [02] Prognosis: Death (24 de Outubro de 1960) Charles Bateman, Kathie Browne e James Callahan; [03] Sheriff of the Town (31 de Outubro de 1960) Charles Bateman, Paul Comi, Walter Coy e Diane Cannon; [04] The Challenge (07 de Novembro de 1960) Charles Bateman, Barbara Stuart e Charles Maxwell; [05] The Operation (14 de Novembro de 1960) Charles Bateman, Willard Sage, John Milford e Michael Stefani; [06] Fallen Gun (21 de Novembro de 1960) Charles Bateman, DeForest Kelley e James Gavin; [07] The Man in 204 (05 de Dezembro de 1960) Charles Bateman, Henry Beckman e Warren Kemmerling; [08] The Hanging (12 de Dezembro de 1960) Charles Bateman, Robert Patton, Ken Mayer e Rex Holman; [09] The Last Man (19 de Dezembro de 1960) Charles Bateman, John Pickard e L.Q. Jones; [10] The Proud Man (26 de Dezembro de 1960) Charles Bateman, Dabbs Greer e Robert Anderson; [11] The Trespasser (02 de Janeiro de 1961) Charles Bateman, William Bryant e Pamela Grey; [12] The Drought (09 de Janeiro de 1961) Charles Bateman, Walter Burke e Lou Krugman; [13] The Avengers (16 de Janeiro de 1961) Charles Bateman, Don Spruance, Paul Birch e Jay Strong; [14] The Witness (23 de Janeiro de 1961) Charles Bateman, Julian Barton e Marianna Hill; [15] Performance Under Fire (30 de Janeiro de 1961) Charles Bateman, Lew Brown e Ron Soble; [16] The Prisoner (06 de Fevereiro de 1961) Charles Bateman, Chris Alcaide e David Manley; [17] The Trigger (13 de Fevereiro de 1961) Charles Bateman, Ron Haggerty e Don Harvey; [18] The Return (20 de Fevereiro de 1961) Charles Bateman, James Griffith e Dehl Berti; [19] The Accused (27 de Fevereiro de 1961) Charles Bateman, Jon Lormer e Joseph Turkel; [20] The Crisis (06 de Março de 1961) Charles Bateman, Rick Marlow e Joseph Ruskin; [21] Portrait of Bravery (13 de Março de 1961) Charles Bateman, Grace Raynor e Arvid Nelson; [22] The Stilled Gun (20 de Março de 1961) Charles Bateman, Richard Shannon e Joyce Meadows; [23] The Wayward (27 de Março de 1961) Charles Bateman, Chris Robinson e James Stapleton; [24] Hand of Vengeance (03 de Abril de 1961) Charles Bateman, John Marley e Denver Pyle; [25] The Decision (10 de Abril de 1961) Charles Bateman, John Cliff e Gil Rankin; [26] The $10,000 Reward (17 de Abril de 1961) Charles Bateman, Walter Kray, Dennis Cross e Roxanne Brooks;  [27] Trail To Indian Wells (24 de Abril de 1961) Charles Bateman, Don Megowan e John McLiam; [28] Double Action (08 de Maio de 1961) Charles Bateman, Kelton Garwood e Lisabeth Hush; [29] The Noose (15 de Maio de 1961) Charles Bateman, Joyce Meadows, Victor French e L.Q. Jones; [30] The Lesson (22 de Maio de 1961) Charles Bateman, Joyce Meadows e Robert Anderson; [31] The Vials (29 de Maio de 1961) Charles Bateman, Howard Caine e Robert Brubaker; [32] Doctor's Orders (05 de Junho de 1961) Charles Bateman, Joyce Meadows, Leonard Nimoy e Ryan O'Neal; [33] The Trophy Hunter (19 de Junho de 1961) Charles Bateman, Jackie Russell, Richard Reeves e Jack Mather; [34] The Coward (26 de Junho de 1961) Charles Bateman, Paul Pepper, Mike Ragan, Laurie Mitchell e George Brenlin; [35] The Sure Thing (03 de Julho de 1961) Charles Bateman, Robert J. Stevenson, Gary Walberg e Baynes Barron; [36] Day of Violence (10 de Julho de 1961) Charles Bateman, Willard Sage, Johnny Seven e Kay E. Kuter; [37] Music Box (17 de Julho de 1961) Charles Bateman, Ron Hayes e Sue George e [38] The Dead Ringer (24 de Julho de 1961) Charles Bateman, Gregg Palmer e Paul Pepper.
FONTES DE PESQUISA:
LENTZ III, HARRIS M. TELEVISION WESTERNS EPISODE GUIDE – ALL UNITED STATES SERIES 1949-1996, Editora McFarland, 1997. Edição Esgotada.
ACERVO DIGITAL PESSOAL DO AUTOR DA MATÉRIA.
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About Me!

Sou uma pessoa feliz, amo muito a vida e dela sou aprendiz; Tenho várias paixões, entre elas: Colecionar MINIATURAS, mas, como qualquer um, possuo imperfeições; se os caminhos desta vida ainda não sei de cor, pelo menos busco, a cada dia, tornar-me alguém melhor.

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